Conectando Filosofia e Design: O Poder das Affordances na Percepção do Usuário
8 de abril de 2024Por Bárbara Tavares Dias (LinkedIn, abre em nova aba)
Quando você olha para uma maçaneta, o que vem à sua mente? Bem, provavelmente, a ideia de abri-la. Essa conexão instantânea entre o objeto e sua ação potencial é o que chamamos de “affordance”. Parece complicado, né? Relaxa mulher! Vou te ajudar a entender por que ele é tão essencial no mundo do design, especialmente no campo do UX (User Experience).
Quando você olha para uma maçaneta, o que vem à sua mente? Bem, provavelmente, a ideia de abri-la. Essa conexão instantânea entre o objeto e sua ação potencial é o que chamamos de “affordance”. Parece complicado, né? Relaxa mulher! Vou te ajudar a entender por que ele é tão essencial no mundo do design, especialmente no campo do UX (User Experience).

O conceito de affordance não é apenas sobre design, mas também sobre como percebemos o mundo ao nosso redor. O filósofo James J. Gibson foi quem cunhou esse termo nos anos 60, argumentando que percebemos objetos não apenas pelo que são, mas pelo que eles nos permitem fazer. É meio que como quando você olha para um sofá e instantaneamente pensa em sentar. Sua percepção não é apenas visual, mas também impulsionada pelas ações que esse objeto sugere.

No design, seja de produtos físicos ou digitais, o objetivo é fazer com que os usuários entendam intuitivamente como interagir com o que está sendo oferecido. Mas se ele tem uma aparência de botão, com um estilo que sugere interatividade, isso cria uma affordance clara e faz com que os usuários saibam exatamente o que fazer. Por isso é tão importante pensarmos no comportamento dos usuários e seus desejos.

Conclusão
Então, a próxima vez que você estiver fazendo um aplicativo ou experimentando um novo produto, preste atenção nas affordances! Elas são como pistas visuais que nos guiam sem que o usuário precise pensar muito. Por isso que busco sempre misturar a filosofia com o design, acredito que os dois mundos, são complementares para construirmos um universo com experiencias incríveis, de uma maneira ética.
Uma indicação para quem quer se aprofundar neste conceito, sugiro o livro O design do dia a dia, de Donald A. Norman, com a tradução da Ana Deiró.
Acaso quiser prosear sobre a Filosofia e Design, pode chamar viu?
Publicado originalmente no Medium da Menina de UX (abre em nova aba).
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